Na tentativa de descrever rigorosamente os objetos e fenômenos da natureza alguns deles podem ser descritos com um número simples, um escalar, enquanto outros necessitam de uma complexidade adicional, sendo descritos por meio de vetores. Existem ainda objetos de maior comlexidade, os tensores que não são objetos de tratamento deste texto. Vale apenas mencionar que vetores são casos especiais de tensores, enquanto escalares são casos especiais de vetores.
Faremos uma breve revisão de vetores do plano (que denotaremos por \(\textrm{R}^{2}\)) e do espaço (que denotaremos por \(\textrm{R}^{3}\)).
Exemplo: Deslocamentos no espaço são exemplos típicos de vetores. Suponha que uma partícula se desloca do ponto \((1,2,1)\) até o ponto \((3,3,3)\). O deslocamento é um vetor \begin{equation} \vec{d}=(3,3,3)-(1,2,1)=(2,1,2). \end{equation} Como veremos também as posições inicial e final, que são pontos de \(\textrm{R}^{3}\), são vetores. Representaremos os vetores por uma seta superscrita, como em \(\vec{d}\), ou em negrito, como d, dependendo da conveniência da notação em cada situação.
Exemplo: Podemos descrever a temperatura de pontos em uma sala por meio de um escalar, \(T(x,y,z)\). A temperatura varia com o ponto onde é avaliada mas, escolhido o ponto, ela pode ser inteiramentedada por meio de um único número. Este é um exemplo de um campo escalar. Outros exemplos de vetores na física e na matemática são: força, momento, velocidade, vetores tangentes à uma curva, normais a superfícies. Temperatura, intervalos de tempo, comprimentos e número de indivíduos em uma população são exemplos de quantidades escalares.
Definição: Um vetor de \(\textrm{R}^{2}\) (do plano) é uma dupla ordenada que pode ser representada por uma matriz linha ou coluna, \begin{equation} \vec{u}=(a,b)\hspace{1em}\mbox{ou}\hspace{1em}\vec{v}=\left[\begin{array}{l} a\\ b \end{array}\right]. \end{equation}
Um vetor do espaço, \(\textrm{R}^{3}\), é uma tripla ordenada que pode ser representada igualmente das duas maneiras acima. Não existe nenhuma razão para nos limitarmos a três dimensões e o formalismo matemático para isto não acrescenta grandes dificuldades adicionais.

Definição: Um vetor de \(\textrm{R}^{n}\) é uma \(n\)-upla ordenada que pode ser representada por uma matriz linha ou coluna, \begin{equation} \vec{u}=(x_{1},\, x_{2},\,\ldots,\, x_{n})\hspace{1em}\mbox{ou}\hspace{1em}\vec{v}=\left[\begin{array}{c} x_{1}\\ x_{2}\\ \vdots\\ x_{n} \end{array}\right]. \end{equation}
Observe que existe uma correspondência biunívoca entre pontos e vetores de \(\textrm{R}^{n}\) e por isto identificamos os dois conceitos.
As seguintes operações podem ser definidas com vetores e entre vetores.

É útil discutir algumas propriedades do produto escalar:
Os vetores do \(\textrm{R}^{n}\), dotados das operações descritas, satisfazem as seguintes propriedades:
Muitos outros conjuntos partilham destas mesmas propriedades, o que motiva a definição de espaço vetorial, dada a seguir.
Definição: Um conjunto \(V\) não vazio, dotado de duas operações: soma, \(V\times V\rightarrow V\), e multiplicação por escalar, \(\textrm{R}\times V\rightarrow V\), satisfazendo as condições acima (de i até viii) é denominado um espaço vetorial.
Vamos apresentar uma definição posta em outros termos, buscando clarificar este conceito:
Definição: Um espaço vetorial é um conjunto \(V\neq\varnothing\), dotado de duas operações \(\oplus\) e \(\odot\), satisfazendo as seguintes propriedades:
Observe que o primeiro grupo de propriedades se refere à operação \(\oplus\) enquanto o segundo se refere à operação \(\odot\). No caso de \(V=\textrm{R}^{n}\) a operação \(\oplus\) se refere à adição de vetores, enquanto a operação \(\odot\) se refere à multiplicação por um escalar. Para outros exemplos de espaços vetoriais estas operações podem ser totalmente diferentes destas, como veremos. No presente texto consideraremos em quase todos os casos que a multiplicação por escalar é feita com um número real mas ela pode, igualmente, ser realizada com complexos. Os elementos de \(V\) são chamados de vetores e nem sempre são designados por meio de setas sobrescritas ou letras em negrito, como é costume fazer para os vetores de \(\textrm{R}^{3}\). Estes vetores, algumas vezes, guardam semelhança muito remota com os familiares vetores de deslocamento no plano ou no espaço.
Exemplo: \(V=\textrm{R}^{n}\) é um espaço vetorial. Embora isto seja verdadeiro por definição, uma vez que as propriedades satisfeitas por estes espaços tenham sido exatamente motivadas pelas propriedades de \(\textrm{R}^{n}\), vamos mostrar isto como um exercício.
\(V=\textrm{R}^{n}=\{(x_{1},x_{2},\ldots,x_{n});x_{i}\in\textrm{R}\}\). Tome \(u,v\in V,u=(x_{1},x_{2},\ldots,x_{n})\) e \(v=(y_{1},y_{2},\ldots,y_{n})\). Então \begin{equation} u+v=(x_{1},x_{2},\ldots,x_{n})+(y_{1},y_{2},\ldots,y_{n})=(x_{1}+y_{1},x_{2}+y_{2},\ldots,x_{n}+y_{n})\in V, \end{equation} o que verifica a propriedade (i). O elemento neutro da soma e o inverso são, respectivamente \begin{equation} 0=(0,0,\ldots,0),u=(-x_{1},-x_{2},\ldots,-x_{n}). \end{equation} Se \(\alpha\) é um escalar então \begin{equation} \alpha u=\alpha(x_{1},x_{2},\ldots,x_{n})=(\alpha x_{1},\alpha x_{2},\ldots,\alpha x_{n})\in V, \end{equation} o que mostra a propriedade (ii). As demais subpropriedades não mostradas aqui serão deixadas como exercícios.
Exemplo: Denote por \(M(2,2)\) o espaço das matrizes \(2\times2\), sendo \(\oplus\)a soma de matrizes e \(\odot\) a multiplicação de uma matriz por um escalar, \begin{equation} V=M(2,2)=\left\{ \left[\begin{array}{ll} a & b\\ c & d \end{array}\right];a,b,c,d\in\textrm{R}\right\} \text{.} \end{equation} Dois vetores deste espaço são \begin{equation} u=\left[\begin{array}{ll} a & b\\ c & d \end{array}\right];v=\left[\begin{array}{ll} e & f\\ g & h \end{array}\right]. \end{equation} A soma destes vetores é um novo elemento de \(V\), \begin{equation} u+v=\left[\begin{array}{ll} a & b\\ c & d \end{array}\right]+\left[\begin{array}{ll} e & f\\ g & h \end{array}\right]=\left[\begin{array}{ll} a+e & b+f\\ c+g & d+h \end{array}\right]\in V, \end{equation} e, se \(\alpha\) é um escalar, então \begin{equation} \alpha u=\alpha\left[\begin{array}{ll} a & b\\ c & d \end{array}\right]=\left[\begin{array}{ll} \alpha a & \alpha b\\ \alpha c & \alpha d \end{array}\right]\in V, \end{equation} o que mostra que as propriedades (i) e (ii) são satisfeitas. O vetor nulo e o oposto de \(\vec{u}\) são, respectivamente, \begin{equation} \tilde{0}=\left[\begin{array}{ll} a & b\\ c & d \end{array}\right],\hspace{1em}-\vec{u}=\left[\begin{array}{ll} -a & -b\\ -c & -d \end{array}\right]. \end{equation} Pelo mesmo procedimento se pode mostrar que \(M(m,n)\), o espaço das matrizes \(m\times n\), é um espaço vetorial.
Exemplo: Considere \(P_{n}\) o conjunto dos polinômios de grau menor ou igual a \(n,\oplus\) a soma de polinômios e \(\odot\) a multiplicação de um polinômio por um escalar. Então \begin{equation} V=P_{n}=\left\{ a_{0}+a_{1}x+\ldots+a_{n}x^{n};a_{i}\in\textrm{R}\right\} \end{equation} é um espaço vetorial. Para ver isto tomamos dois elementos de \(P_{n}\), \begin{equation} u=a_{0}+a_{1}x+\ldots+a_{n}x^{n};v=b_{0}+b_{1}x+\ldots+b_{n}x^{n} \end{equation} e encontramos sua soma \begin{equation} u+v=(a_{0}+a_{1}x+\ldots+a_{n}x^{n})+(b_{0}+b_{1}x+\ldots+b_{n}x^{n})= \end{equation} \begin{equation} (a_{0}+b_{0})+(a_{1}+b_{1})x+\ldots+(a_{n}+b_{n})x^{n} \end{equation} que é, também um elemento de \(P_{n}\). A multiplicação de um polinômio por um escalar é \begin{equation} \alpha u=\alpha(a_{0}+a_{1}x+\ldots+a_{n}x^{n})=(\alpha a_{0}+\alpha a_{1}x+\ldots+\alpha a_{n}x^{n}) \end{equation} que, novamente, é um elemento de \(P_{n}\). O elemento nulo da soma é 0 (o polinômio com todos os \(a_{i}=0\)) e o elemento oposto à \(u\) é \(-u=-a_{0}-a_{1}x-\ldots-a_{n}x^{n}\).
Para que um conjunto, escolhidas as duas operações particulares, seja um espaço vetorial é necessário que satisfaça todas as condições listadas na definição. Naturalmente esta é uma característica especial de alguns conjuntos, dotados das duas operações necessárias, e não é satisfeita por grande número de conjuntos. Por outro lado ocorre com frequência o espaço que se deseja testar é subconjunto de um conjunto previamente conhecido como sendo um espaço vetorial. Isto nos leva à consideração dos subespaços vetoriais.
Observe que uma reta de \(\textrm{R}^{2}\) passando pela origem é um espaço vetorial. Denotando por \(W\) esta reta \begin{equation} W=\left\{ \vec{v}\in\textrm{R}^{2};\vec{v}=\alpha\vec{u}\right\} \end{equation} e notando que esta é a reta composta por todos os vetores do plano na direção de \(\vec{u}\) (dizemos que ela é gerada por \(\vec{u}\)), verificamos que se \(\vec{v}\), \(\vec{w}\in W\) então \(\vec{v}+\vec{w}\in W\) e \(a\vec{v}\in W\), onde \(a\) é um escalar qualquer.
No entanto, se \(W'\) for outra reta qualquer que não passe pela origem este não seria um espaço vetorial. Para concluir isto basta notar que, se \(\vec{v}\in W'\), \(\vec{v}-\vec{v}=\vec{0}\), que não está em \(W'\).
Definição: Dado um espaço vetorial \(V\), um subconjunto não vazio \(W\) de \(V\) é um subespaço vetorial de \(V\) se
Resumidamente um subespaço vetorial é um subconjunto de um espaço vetorial que é, também, um espaço vetorial. As subpropriedades da definição de espaço vetorial estão garantidas pelo fato de ser \(V\) um espaço vetorial. Basta, portanto, testar as propriedades (i) e (ii). Vale observar ainda que
Exemplo: Se \(V=\textrm{R}^{3}\) então \(W\subset V\), onde \(W\) é um plano qualquer que contenha a origem, é um subespaço vetorial de \(V\). Por outro lado se \(Q\subset V\)é um plano qualquer que não contenha a origem, então \(Q\) não é um subespaço vetorial de \(V\). Os dois casos estão ilustrados na figura abaixo.

Exemplo: Tome \(V=\textrm{R}^{5}\) e \(W=\left\{ (0,x_{2},x_{3},x_{4},x_{5});x_{i}\in\textrm{R}\right\} \). Então \(W\subset V\) e
Logo \(W\) é subespaço vetorial de \(V\).
Exemplo: Se \(V=M(m,n)\) e \(W\) o conjunto das matrizes triangulares superiores (onde apenas elementos acima da diagonal principal são não nulos) então \(W\) é subespaço vetorial de \(V\).
Exemplo: Sejam \(V=M(n,n)\) e \(W\) o subconjunto das matrizes \(n\times n\) com \(a_{11}< 0 \). Então \(W\) não é um subconjunto vetorial de \(V\).
Exemplo: Um sistema de equações lineares homogêneo é um sistema com a matriz dos termos constantes nula, na forma de \(A\vec{X}=0\). Considere, por exemplo, o seguinte sistema homogêneo \begin{equation} \begin{array}{l} 2x+4y+z=0\\ x+y+2z=0\\ x+3y-z=0 \end{array} \end{equation} ou, em termos matriciais \begin{equation} \left[\begin{array}{rrr} 2 & 4 & 1\\ 1 & 1 & 2\\ 1 & 3 & -1 \end{array}\right]\left[\begin{array}{l} x\\ y\\ z \end{array}\right]=0. \end{equation}
O conjunto de todas as soluções deste sistema, \(W\), é um subespaço vetorial de \(M(3,1)\). Podemos concluir isto mesmo sem resolver explicitamente o sistema. Suponha que \(\vec{X}_{1}\) e \(\vec{X}_{2}\) sejam soluções, então, \(\vec{X}_{1}+\vec{X}_{2}\in W\) pois \begin{equation} A(\vec{X}_{1}+\vec{X}_{2})=A\vec{X}_{1}+A\vec{X}_{2}=0 \end{equation} pois cada um dos dois vetores são solução do sistema. Além disto, para \(\alpha\) um escalar qualquer, \(\alpha\vec{X}_{1}\in W\) pois \begin{equation} A(\alpha\vec{X}_{1})=\alpha A\vec{X}_{1}=0. \end{equation}
Algumas considerações adicionais sobre sistemas lineares homogêneos serão úteis. Podemos identificar1 \(M(1,3)\) com o espaço \(\textrm{R}^{3}\). Cada uma das equações do sistema acima descreve os pontos de um plano no espaço. \(W\), a solução deste sistema, é a interseção entre estes três planos, se esta interseção existir. Para que \(W\) seja um espaço vetorial é necessário que esta interseção contenha a origem, ou seja, o ponto \((0,0,0)\). O conjunto de soluções de um sistema não homogêneo, \(A\vec{X}=\vec{B}\), com \(\vec{B}\neq0\), não é um subespaço vetorial.
Ainda sobre o sistema homogêneo \(A\vec{X}=0\), observe que \(\vec{X}=0\) sempre será uma solução (que chamamos de solução trivial). Se a matriz \(A\) é invertível, multiplicamos à esquerda o sistema por sua inversa \begin{equation} A^{-1}A\vec{X}=0\Rightarrow\vec{X}=0, \end{equation} ou seja, só existe a solução trivial. Para que exista outra solução, além da trivial, é necessário que \(A\) seja não invertível, isto é, \(\det A=0\).
Teorema: Se \(W_{1}\) e \(W_{2}\) são subespaços vetoriais de \(V\) então a interseção entre eles, \(W_{1}\cap W_{2}\), também é subespaço vetorial de \(V\).
Demonstração: Sabemos que \(W_{1}\neq\varnothing\) e \(W_{2}\neq\varnothing\) pois ambos são subespaços vetoriais de \(V\). Além disto \(W_{1}\cap W_{2}\neq\varnothing\) pois ambos contém pelo menos o vetor nulo. Então
Se \(x,y\in W_{1}\cap W_{2}\) temos \begin{equation} \left.\begin{array}{l} x,y\in W_{1}\Rightarrow x+y\in W_{1}\\ x,y\in W_{2}\Rightarrow x+y\in W_{2} \end{array}\right\} \Rightarrow\text{}x+y\in W_{1}\cap W_{2}; \end{equation}
Se \(x\in W_{1}\cap W_{2}\) e \(\alpha\) é um escalar, então \begin{equation} \text{}\left.\begin{array}{l} x\in W_{1}\Rightarrow\alpha x\in W_{1}\\ x\in W_{2}\Rightarrow\alpha x\in W_{2} \end{array}\right\} \Rightarrow\text{}\alpha x\in W_{1}\cap W_{2}, \end{equation} e isto conclui a demonstração.
Exemplo: \(V=\textrm{R}^{3},W_{1}\) e \(W_{2}\) são planos do espaço que contém a origem. Então \(W_{1}\cap W_{2}\) é uma reta pela origem ou um plano, caso \(W_{1}\) e \(W_{2}\) sejam coincidentes. Em ambos os casos a interseção é um subespaço vetorial de \(V\).

Exemplo: \(V=M(n,n)_{}\), \(W_{1}\) composto pelas matrizes triangulares superiores \((a_{ij}=0,\) se \(j>i)\)e \(W_{2}\) matrizes triangulares inferiores \((a_{ij}=0,\) se \(i>j)\). A interseção, \(W_{1}\cap W_{2}\), é o conjunto das matrizes diagonais, \((a_{ij}=0,\) se \(i\neq j)\), um subespaço vetorial de \(V\).
Exemplo: \(V=\textrm{R}^{3}\), \(W_{1}\) e \(W_{2}\) retas não coincidentes pela origem. Neste caso a interseção contém apenas a origem, \(\left.\left.W_{1}\cap W_{2}=\right\{ 0\right\} \). Observe que, se \(\vec{u}\in W_{1}\) e \(\vec{v}\in W_{2}\), então \(\vec{u}+\vec{v}\notin W_{1}\cup W_{2}\), exceto se ambos os vetores forem nulos. Dai se conclui que \(W_{1}\cup W_{2}\) não é um subespaço vetorial de \(V\).
É possível, no entanto, definir a soma de dois subespaços vetoriais, \(W=W_{1}+W_{2}\), de forma a que \(W\) seja um subespaço vetorial de \(V\).
Teorema: Sejam \(W_{1}\) e \(W_{2}\) dois subespaços vetoriais de \(V\). Então \begin{equation} W=W_{1}+W_{2}=\left\{ \vec{v}\in V;\vec{v}=\vec{w}_{1}+\vec{w}_{2}\mbox{ com }\vec{w}_{1}\in W_{1},\vec{w_{2}}\in W_{2}\right\} \end{equation} é um subespaço vetorial de \(V\).
A demonstração fica como um exercício para o leitor.
Exemplo: Se \(V=\textrm{R}^{3}\), \(W_{1}\) o eixo \(O_{}x\) e \(W_{2}\) o eixo \(O_{}y\), então \(W_{1}+W_{2}\) é o plano \(x_{}O_{}y\).
Exemplo: Sejam \(W_{1}\) e \(W_{2}\) dois subespaços vetoriais de \(M(2,2)\), dados por \begin{equation} W_{1}=\left\{ \left[ \begin{array}{ll} a & b\\ 0 & 0 \end{array}\right];\hspace{1em}a,b\in\textrm{R}\right\} ,\hspace{1em} W_{2}=\left\{ \left[\begin{array}{ll} 0 & 0\\ c & d \end{array}\right];\hspace{1em}c,d\in\textrm{R}\right\} , \end{equation} então \(W_{1}+W_{2}=M(2,2)\).
Quando \(\left.W_{1}\cap W_{2}=\right\{ \vec{0}\}\) então a soma \(W_{1}+W_{2}\) é chamada de soma direta, denotada em muitos textos por \(W_{1}\oplus W_{2}\).
Exemplo: \(\textrm{R}^{3}=\textrm{R}\oplus\textrm{R}\oplus\textrm{R}\).
Leia no site: | Devemos Acreditar na Ciência? | Hipótese, Modelo e Teoria em Física | Cosmologia - Estrutura do Universo | História da Pessoa com Deficiência |